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Esse é o recibo da campanha de doações promovida pela OÁSIS em prol do INCA.
A Oásis agradece muito a todos que colaboraram.

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BAIRRO PEIXOTO É CAMPEÃO OLÍMPICO! – O Torneio Olímpico de Futebol de Praia consagrou o “Bairro Peixoto” como o grande campeão do certame. Disputando a final com o forte time do Balança, o Bairro Peixoto terminou o jogo com um empate de 1 x 1. Mauricinho marcou para o time. A decisão final acabou indo para os pênaltis. E o resultado levou o Bairro Peixoto para o lugar mais alto do pódio. Parabéns ao time campeão!

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O GLOBO

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EXTRA

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 G1.com

A partir desta semana começa a valer o Programa Lixo Zero para feirantes na cidade do Rio de Janeiro. Como mostrou o RJTV nesta quarta-feira (5), equipes da Comlurb e da Guarda Municipal fiscalizaram a feira livre do Bairro Peixoto, em Copacabana, Zona Sul do Rio. De acordo com a determinação, o feirante precisa recolher o lixo durante ou no fim da feira. Caso contrário, o comerciante pode ser multado em R$170.
 

Muitos feirantes do Bairro Peixoto colocaram lixeiras em frente às barracas para evitar que os fregueses joguem lixo no lixo no chão. “Tem que se adaptar, senão são 170 reais. Se não o lucro vai embora”, contou Edson Mendes de Oliveira. Os moradores da região também aprovavam a mudança de conduta. “Antes a feira deixava tudo sujo, agora não, está bem mais limpo”, disse a aposentada Lígia Paradiso.

No primeiro dia de operação, um feirante já foi multado em uma feira da Tijuca, Zona Norte, por não ter ensacado o lixo. Apesar da operação ter foco no trabalho dos feirantes, pedestres também pode ser multados por jogar lixo nas calçadas. Durante a gravação das reportagens, um carro parado em local irregular também foi multado pelos agentes.

O Bairro Peixoto é um milagre

:: Uma cidade do interior junto do metrô e da Avenida Atlântica!

Por Sérgio Vaz

Posso ser fresco, metido a besta? É assim: conhecer o Bairro Peixoto foi parecido com conhecer Paris, Londres, Nova York, San Francisco, Toronto, Montreal, o Havaí.

Já tinha ouvido falar tanto nele, lido tanta coisa sobre ele, que, de uma certa forma, não foi uma grande surpresa.

De uma certa forma.

Porque conhecer de fato, estar lá, vivenciando o lugar, com os cinco sentidos alertas, a toda, é completamente diferente do que ler sobre, ouvir falar sobre.

Me encantei com o Bairro Peixoto igualzinho que nem me encantei ao conhecer de fato – olhos, ouvido, língua, dedos, nariz – Paris, Londres, etc,, mas não tanto etc, assim, porque aqueles lugares que citei no primeiro parágrafo resumem toda a minha parca, ridícula experiência em lugares do outro lado do Equador.

Não que deste lado do Equador minha experiência seja ampla, geral e irrestrita.

Sou um ser dotado de bolas de ferro nos pés. Balls and chains. Entre “Il faut voyager” de Georges Moustaki e “The inner light”, do outro George, o Harrison, fico com as duas em termos de beleza das canções, mas, na prática, na prática, fico com aquela coisa zen-budista, ou simplesmente bundonista, de “the further one travels the less one knows”.

Mas aí acho que viajei um pouco, no sentido figurado do verbo.

(Hêhê… Quis fazer, na abertura deste texto, uma brincadeira. Detesto neguinho que fica falando de coisas do exterior sem conhecer belezas, maravilhas, que estão aqui embaixo do nosso nariz.)

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Valente o cachorro herói, após salvar a sua dona de assalto, usa carrinho de rodas e passeia pelo Bairro Peixoto – Copacabana – Rio de Janeiro

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O Bairro Peixoto é a terra natal de delegado Espinosa, um personagem absolutamente fascinante. Espinosa é o titular da 12ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro, que fica na Hilário de Gouveia, por uma grande coincidência diante do prédio em que moraram meus sobrinhos Valéria, Carlos Alberto, Cláudia e Marcelo, mas isso é só uma coincidência, não tem nada a ver com a história.

A Hilário de Gouveia é paralela bem próxima à Siqueira Campos, que, por sua vez, fica bem pertinho do Bairro Peixoto. De sua casa no Bairro Peixoto até a delegacia, na Hilário de Gouveia, o delegado Espinosa não levaria mais de dez minutos a pé. O problema, claro, é o calor.

As ruas de Copacabana e do Bairro Peixoto são sempre citadas nas histórias do delegado Espinosa.

Meu amigo Anélio Barreto escreveu no Estadão em 27 de janeiro de 2008:

“O delegado Espinosa está sentado lá, naquele banco de madeira em que se escondeu do sol, na Praça Edmundo Bittencourt – que todos chamam simplesmente ‘A Praça’ – no Bairro Peixoto, em Copacabana, Rio de Janeiro. Vive ali desde os nove, dez anos de idade, e jogou na quadra de futebol de salão em que outros garotos correm agora, nesta pérola que é o Peixoto ainda hoje, mas que brilhava mais décadas atrás, quando um grande bambuzal ainda germinava em um de seus cantos. Foi onde Espinosa conheceu Hugo Breno, um ano mais novo, e com quem brincou, embora recentemente tivesse que fazer esforço para lembrar-se dele.”

Anélio, assim como Sandro Vaia, Moisés Rabinovici, José Eduardo Borgonovi, o Castor, Gilberto Mansur, Humberto Werneck, Carlos Brickman, Sérgio Rondino, Bill Duncan (e assim como eu também, que cheguei depois de todos eles), era apaixonado pelo new journalism de Truman Capote, Tom Wolfe e, sobretudo, Gay Talese, e abriu dessa maneira literária seu texto intitulado “Com Espinosa, no Peixoto”. No segundo parágrafo da reportagem, ele explica:

“Os leitores já perceberam: o delegado Espinosa é criação do escritor Luiz Alfredo Garcia-Roza, e está em sete aventuras nos sete livros de que é personagem, o mais recente deles o ‘Na Multidão’, lançado em novembro pela Companhia das Letras, e que poucos dias depois teve esgotada sua primeira edição, de dez mil exemplares. Companheiro na adolescência, Hugo Breno reaparece nesse volume. Garcia-Roza já foi editado nos Estados Unidos, Inglaterra, França, Itália, Espanha, Alemanha, Rússia, Grécia e Portugal, e está em vias de ser lançado na Dinamarca.”

Editor de imenso talento, Anélio Barreto sabe ser bom repórter: quando viajou ao Rio para entrevistar Luiz Alfredo Garcia-Roza, na ocasião do lançamento do sétimo livro com as aventuras do delegado Espinosa, fez questão de entrevistar o autor na Praça do Bairro Peixoto.

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Depois de passear um tanto pelo Bairro Peixoto, e de fazer uma série grande de fotos de seus belos predinhos de três e quatro andares, construídos ali entre o finalzinho dos anos 1940 e 1950, me sentei num banco de madeira da Praça.

Saber sobre um lugar por ter lido, ter visto filmes, ter ouvido relatos de outras pessoas é uma coisa. Estar lá, naquele lugar, com todos os seus sentidos abertos (e será que eles são só cinco?), é outra coisa inteiramente diferente.

Me lembro, por exemplo, do momento em que, passeando pela Île de St. Louis, no meio do Sena, ouvi o som de um acordeon. Me senti ouvindo, ao vivo e a cores, o som de Paris, o verdadeiro som de Paris. Não tem nada a ver com ver imagens, fotos. É completamente diferente. A realidade emociona, arrepia, tira o fôlego.

Na Praça, você ouve a música das vozes das crianças. E não ouve o zumbido intenso de trânsito pesado, porque ali não há trânsito pesado algum.

Há gente de todas as idades. Há velhos e não tão velhos sentados nas mesas de pedra jogando cartas ou dominó. Há jovens adolescentes andando de bicicleta. Há adolescentes grandões andando em grupo. Mas, sobretudo – pelo menos num final de tarde de uma terça-feira de março –, há crianças, com suas babás e/ou com suas mães.

Fiquei olhando. É absolutamente technicolor. Há todos os tipos de cor de cabelo, de pele. Não há predominância de tom algum – há cabelo louro, castanho claro, castanho escuro, negro liso, negro pixaim. Mary, com sua capacidade de síntese, resumiria, algum tempo depois de andar por lá (ela chegou depois de mim): “Parece que aqui ainda não chegaram o Lula e as cotas”.

É bem verdade: o Bairro Peixoto, microcosmo do Brasil, é um lugar em que não há maioria/minoria de cor – há tudo quanto é tipo de cinza entre o branco e o negro. Somos miscigenados, somos tudo misturados. Aqui, felizmente, não tem raça pura, nem impura – bem, pelo menos não tinha, até 12 anos atrás, quando começaram a racializar tudo.

Como agora sou avô, fiquei olhando as crianças – dezenas e dezenas de crianças na Praça. Parte delas com as mães, parte delas com babás. O Bairro Peixoto era, no início, pelo que sei, classe média média. Hoje, é um misto de classe média média com um tanto de classe média quase alta.

(E aqui, ao escrever essa frase, me ocorre que a Marilena Chauí, com seu profundo ódio pela classe média, se pudesse jogaria uma bomba atômica sobre o Bairro Peixoto,)

Babás e mães, pelo que observei, não são pânicas: o Bairro Peixoto não é inseguro, de forma alguma, e a Praça é imensa. Vi babás e mães se distraindo, conversando com amigas e ao celular, enquanto as crianças se distanciavam. Mas logo elas percebiam, iam atrás, enquadravam os garotos. Tudo numa boa.

Isso me passou uma sensação fantástica: mães e babás são cuidadosas, mas de forma alguma são pânicas. Sentem segurança. Sentem que podem ficar alguns segundos sem estar juntinho das crianças – não há perigo.

 motorista de táxi que trouxe Mary da Rua Irineu Marinho até a Praça Edmundo Bittencourt, ou simplesmente A Praça, disse para ela que o Bairro Peixoto é muito seguro porque os PMs do Batalhão cuja sede fica ali pertinho, junto da Figueiredo Magalhães, chegam bem cedo e estacionam seus carros nas ruas do Peixoto. E ladrão não é besta de querer roubar carro de PM – então não há ladrões rondando as poucas ruas do Peixoto.

É uma bela hipótese, uma boa teoria.

Olhei ali para aquelas crianças todas e pensei em Marina. Se a gente morasse no Rio, eu levaria Marina para A Praça – e a deixaria livre leve solta, olhando, é claro, mas tranquilo, seguro. Numa boa.

Ah, e se por acaso Marina desse um pique e caísse de cara no chão, não seria tão grave: o chão da Praça é de terra – como nas praças de Paris. Não é de concreto, não.

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Sentado na Praça em que Anélio entrevistou o delegado Espinosa, quer dizer, o criador do delegado, o escritor e psicanalista Luiz Alfredo Garcia-Roza, li alguns capítulos de O Manipulador, o John Grisham de 2012. Me senti esquisito, no meio do Bairro Peixoto, lendo uma história tão distante de nós todos. Acho que deveria ter levado pra lá um dos livros de Garcia-Roza.

O delegado Espinosa é do Peixoto, mas trabalha fora dos limites do pequenino bairro. Já praticamente toda a ação de Ao Som do Mar e à Luz do Céu Profundo se passa ali mesmo, nas pouquíssimas quadras que formam o bairro.
Jamais vou conseguir entender por que Nelson Motta não é um escritor de absoluto sucesso, de nome sempre presente na lista dos livros mais vendidos.

Os livros de Nelsinho Motta são absolutamente deliciosos. Eu já tinha lido o maravilhoso O Canto da Sereia (copyright 2002) quando me deparei com Ao Som do Mar e à Luz do Céu Profundo (copyright 2006).

Ao Som do Mar.. é um livro sensacional, excepcional. É improvável, inadmissível, louco, inteiramente louco que ele não tenha vendido feito água, não tenha virado minissérie da Globo, filme, o escambau.

Passa-se, todinho, todinho, no Bairro Peixoto.

Eis por que digo que, ao conhecer finalmente o Bairro Peixoto, estava ao mesmo tempo pisando pela primeira vez no lugar, e pisando num lugar há muito conhecido.

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Gozado: me lembrei agora, neste momento da anotação, que, na única vez que fui a Londres, a trabalho, pela Agência Estado, para fazer um curso na Reuters, me puseram primeiro num hotel bem perto da Baker Street, a rua em que morava Sherlock Holmes.

Na Baker Street e ao redor dela há várias referências a seu morador mais ilustre. No Peixoto não há placas falando do delegado Espinosa. Bem, pelo menos ainda não há.

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A associação de moradores do Bairro do Peixoto se chama Oásis. Eles têm um mural na Praça, com avisos aos moradores. Adorei o nome. Foi uma escolha absolutamente feliz, porque o Peixoto é sem dúvida um oásis no meio da zorra que é Copacabana.

Eis a definição feita na Revista Bairro Peixoto na internet:

“O Bairro Peixoto é uma ilha dentro de Copacabana, cercado de verde com pracinha e chafariz, crianças correndo no fim de tarde, e um certo ar bucólico. Gostamos de ver nosso bairro dessa forma, mas claro que não esquecemos dos problemas que enfrentamos. Isso é assunto para outro texto. Hoje, queremos falar do amor ao nosso bairro, da qualidade de vida admirada por tantos, do aspecto de cidade de interior, onde todos se conhecem e se cumprimentam, do padeiro da esquina, do barbeiro que está no bairro há mais de vinte anos, do pipoqueiro conhecido por todos, das conversas dos velhos amigos nos banquinhos da praça, dos papos no botequim e até mesmo dos animados cachorrinhos que desfilam nas manhãs de sol. O Bairro Peixoto, acompanha Copacabana pelas encostas, como se estivesse vigiando esse bairro gigante e ao mesmo tempo dizendo: vejam como sou diferente.”

O Bairro Peixoto é tão cidade do interior que sua revista tem textos de cidade do interior – bobocas, óbvios, rebarbativos. O estilo é bem parecido com os textos do jornal de Monte Sião, MG, 21 mil habitantes, que por mero acaso andei lendo outro dia, enviado por um leitor do 50 Anos de Filmes.

O Bairro Peixoto é uma cidade do interior, gostosa, maravilhosa, deliciosa – a apenas umas poucas quadras da Avenida Atlântica!

São apenas umas dez quadras, espremidas entre dois morros, o Morro São João e o Morro dos Cabritos, e as ruas importantes que ladeiam cada um deles, a Siqueira Campos de um lado e a Santa Clara de outro. No fundo desse pequeno enclave há outro morro – e embaixo desse há o Túnel Velho, que vai dar em Botafogo, na altura do Cemitério São João Batista.

Muita gente já deve ter passado pela Rua Figueiredo Magalhães indo de Copacabana para Botafogo, via Túnel Velho, sem perceber que ali pertinho há um bairro absolutamente especial, em tudo diferente do resto de Copacabana.

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03 -2015

Parece que o Bairro Peixoto é daquele jeito – quase que exclusivamente com pequenos prédios de até quatro andares – porque o Peixoto que lhe dá o nome não teve filhos. Assim como o Brás Cubas de Machado, o Comendador Peixoto não teve filhos – não transmitiu a ninguém o legado de nossa miséria.

O português Paulo Felisberto Peixoto da Fonseca chegou ao Brasil em 1875 – exatos cem anos antes de eu legar nossa miséria à minha única filha –, estabeleceu-se no comércio, como tantos de seus patrícios, deu certo e enriqueceu.

Ao morrer, sem filhos, legou sua riqueza – uma bela chácara entre dois morros, com lagoa, pantanal, árvores frutíferas, um bambuzal – para cinco instituições de caridade. A doação continha uma exigência: as construções dentro daquela área não poderiam ultrapassar a altura de três pavimentos.

Há hoje uns dez prédios mais altos do que quatro andares na área que foi a chácara do Comendador Peixoto – mas não mais que isso. Claro que não contei – podem ser talvez uns 15, mas não mais que isso. E, a rigor, a rigor, não chegam a atrapalhar muito. O Peixoto é um bairro de predinhos de até quatro andares.

Em 1990, o bairro virou uma APA, área de proteção ambiental.

É uma absoluta maravilha que aquilo ali tenha resistido à pressão das imobiliárias. Revejo o mapa. A Rua Toneleros, que faz a divisa do Peixoto com o resto de Copacabana, é a terceira paralela à Avenida Atlântica. É Atlântica, a Nossa Senhora de Copacabana, a Barata Ribeiro e a Toneleros. O Peixoto, portanto, está a míseras quatro quadras do mar!

Mais ainda: junto da Toneleros está a Estação Siqueira Campos do metrô.

O Bairro Peixoto é a única cidade do interior que está a quatro quadras do mar de um dos bairros mais densamente povoados do mundo e a uma única quadra de uma estação de metrô!

Neste país em que tudo degringola tão depressa, em que as cidades ficam piores a cada ano, em que o sentido de ética não resiste a 12 anos de governo incompetente e corrupto, a existência do Bairro Peixoto é um milagre.

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Para o jornalista Anélio Barreto, que tinha viajado de São Paulo para entrevistá-lo, ali, na Praça do Peixoto, em A Praça, onde me sentei feliz, Luiz Alfredo Garcia-Roza contou:

“Passei toda a minha infância em Copacabana. Meninos, eu e meus amigos vínhamos andando de bicicleta até aqui, que era um local maravilhoso, ainda não urbanizado, era uma grande área natural e a gente andava de bicicleta por tudo, o que me deu uma grande intimidade com o lugar, não só a praça, mas todo o entorno. Então eu escolhi o Bairro Peixoto como moradia do Espinosa. Eu já havia decidido que ele seria um personagem que iria atravessar vários livros – claro, isso se o segundo, o terceiro, fossem publicados, mas eu já tinha um certo otimismo em relação a ele. E achei que este seria um bom local para ele habitar.”

Datas, por favor.

A doação da chácara do Comendador Peixoto às cinco instituições de caridade se deu em 1938. Garcia-Roza, nascido em 1936, diz que durante sua infância a área ainda não era urbanizada. Em 1946, aquilo ali ainda era natureza – exatamente como era natureza pura, intocada, a região ao Norte da Rua dos Dominicanos, em que eu brincava quando criança em Belo Horizonte, e hoje é bairro de rico.

Eva Dias Ferreira, a mulher do militar Kleber Weber Ferreira, no romance de Nelson Motta, resolveu comprar um apartamento no terceiro andar de um prédio recém-construído no Peixoto no início dos anos 50.

Tudo bate. Os predinhos que estão lá – lindos, maravilhosos – são todos do finzinho dos anos 40, início dos anos 50. Têm exatamente a minha idade.

Mas devo dizer que estão bem mais conservados.

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